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Programa Solo na Escola é reconhecido pela FAO/ONU como Boa Prática para o Desenvolvimento Sustentável

 

Marcelo Ricardo de Lima, Carlos Antônio Biasi e Fabiane Machado Vezzani durante a premiação (foto SM)

Marcelo Ricardo de Lima, Carlos Antônio Biasi e Fabiane Machado Vezzani durante a premiação (foto SM)

O Programa Solo na Escola, da Universidade Federal do Paraná, recebeu na tarde desta terça-feira (08/11), o certificado de inclusão na Plataforma Boas Práticas para o Desenvolvimento Sustentável da Organização das Nações Unidas para a Alimentação e Agricultura (FAO/ONU).  Os coordenadores do programa, professores Marcelo Ricardo de Lima e Fabiane Machado Vezzani receberam o certificado do Oficial de Programas da FAO para o Sul do Brasil, Carlos Antonio Biasi.  Em agradecimento, os professores destacaram a grande equipe do Departamento de Solos e Engenharia Agrícola que participa do programa, incluindo alunos de graduação e pós-graduação.  A solenidade foi no início do  “V Seminário IBGE de Recursos Naturais e Meio Ambiente”, realizado no auditório do Setor de Ciências Agrárias da UFPR.

Carlos Biasi, representante da FAO, observou que o site Boas Práticas para o Desenvolvimento Sustentável (www.boaspraticas.org.br  ) tem objetivo de identificar no Brtasil projetos que contribuam para o desenvolvimento sustentável e divulgá-los, para que possam ser adaptados e reproduzidos em outras partes do mundo.

O projeto Solo na Escola nasceu em 2002 e devido ao sucesso virou Programa de Extensão que congrega quatro projetos: Formação Continuada em Solos para Professores, Exposição Didática de Solos, Recursos Didáticos para Educação em Solos, e Educação Ambiental em Solos. Cada um se destina a um público específico, mas o objetivo é o mesmo:  promover a educação e o conhecimento sobre a importância dos solos para a vida no planeta.

Para estudantes de ensino fundamental e médio, o programa oferta uma visita guiada. Num laboratório didático, são apresentadas diversas experiências simples e facilmente reproduzíveis.  É possível entender como a água atua na erosão dos solos, quais tipos de solos têm mais cargas elétricas, como eles se compactam, como reagem à água, quais são mais férteis, a atuação das minhocas e até a arte feita a partir dos solos.

Além disso, são ofertados periodicamente cursos de capacitação para professores das redes municipais e estaduais, tanto presenciais quanto a distância. Podem participar docentes de educação básica nas áreas de Ciências, Biologia, Geografia, Química e Educação Ambiental.  Nas aulas, eles aprendem mais sobre os solos do Paraná e como ensinar melhor sobre o tema para os alunos. Conhecem os experimentos montados na UFPR e como reproduzi-los para seus alunos.

No site do programa, há 56 exemplos de experimentos que podem ser reproduzidos em qualquer lugar do mundo. E na UFPR, a disciplina  “Solos na Educação Básica” está sendo ofertada a alunos de licenciatura em Geografia e Ciências Biológicas. “Percebemos que não basta ensinar o professor já formado. Podemos apresentar os conceitos didáticos dos solos  para os futuros docentes e assim prepará-los desde a graduação para um ensino mais completo e eficaz”, observa o professor Marcelo de Lima.

Saiba mais sobre o projeto no site www.escola.agrarias.ufpr.br.

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