{"id":1466,"date":"2016-04-07T18:01:44","date_gmt":"2016-04-07T18:01:44","guid":{"rendered":"https:\/\/agrarias.ufpr.br\/fitotecnia\/?page_id=1466"},"modified":"2016-04-26T18:46:15","modified_gmt":"2016-04-26T18:46:15","slug":"levantamento-de-viroses-em-olericolas-no-estado-do-parana","status":"publish","type":"page","link":"https:\/\/agrarias.ufpr.br\/fitotecnia\/levantamento-de-viroses-em-olericolas-no-estado-do-parana\/","title":{"rendered":"Levantamento de viroses em oler\u00edcolas no estado do Paran\u00e1"},"content":{"rendered":"<p><strong>Resumo<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">As doen\u00e7as causadas por v\u00edrus constituem s\u00e9rios problemas fitossanit\u00e1rios em hortali\u00e7as. Entre as principais viroses que incidem em oler\u00edcolas destacam-se os Potyvirus, transmitidos por v\u00e1rias esp\u00e9cies de af\u00eddeos de maneira n\u00e3o-persistente e que infectam diversas fam\u00edlias bot\u00e2nicas, incluindo muitas hortali\u00e7as; as geminiviroses, causadas por v\u00edrus do g\u00eanero Begomovirus e transmitidas por mosca-branca para tomateiro, piment\u00e3o, batata, pimenta e outras in\u00fameras esp\u00e9cies de plantas; o complexo do vira-cabe\u00e7a ou tospoviroses, causadas por v\u00edrus do g\u00eanero Tospovirus, que s\u00e3o transmitidos por tripes de maneira circulativa-propagativa e infectam mais de 1.050 esp\u00e9cies de planta. Al\u00e9m destas, outros v\u00edrus, j\u00e1 conhecidos ou n\u00e3o, podem surgir nos campos de produ\u00e7\u00e3o de oler\u00edcolas consistindo em novos desafios para os produtores e pesquisadores. A ocorr\u00eancia de infec\u00e7\u00f5es mistas, aliada a similaridade de sintomas entre as diferentes viroses que podem incidir em uma s\u00f3 esp\u00e9cie de planta, faz com que a identifica\u00e7\u00e3o do agente causal seja dificultada, quando baseada somente em sintomas, requerendo t\u00e9cnicas de diagnose espec\u00edficas para cada grupo ou esp\u00e9cie viral. O objetivo deste projeto \u00e9 realizar um levantamento das viroses que ocorrem em culturas oler\u00edcolas economicamente importantes do Paran\u00e1, visando identifica-las para que seja tra\u00e7ado um panorama da atual situa\u00e7\u00e3o fitossanit\u00e1ria nos cintur\u00f5es-verdes do estado. A partir deste primeiro diagn\u00f3stico, ser\u00e1 poss\u00edvel conhecer as principais viroses que est\u00e3o atualmente presentes no Paran\u00e1, avaliando-se sua preval\u00eancia e n\u00edveis de danos econ\u00f4micos. Al\u00e9m disso, ser\u00e1 poss\u00edvel elencar as que est\u00e3o ocorrendo com maior incid\u00eancia, as que est\u00e3o em emerg\u00eancia e aquelas que representam potenciais riscos \u00e0s culturas hort\u00edcolas. Tais informa\u00e7\u00f5es nortear\u00e3o as prioridades para as pesquisas subsequentes a fim de se estabelecer as estrat\u00e9gias de manejo mais adequadas. Para o desenvolvimento do presente projeto s\u00e3o previstas v\u00e1rias viagens de inspe\u00e7\u00e3o \u00e0s principais regi\u00f5es oler\u00edcolas do estado. Durante o levantamento, constatada a ocorr\u00eancia de poss\u00edveis viroses, ser\u00e3o feitas avalia\u00e7\u00f5es de incid\u00eancia e grau de dano, e coleta de amostras representativas de material sintom\u00e1tico, as quais ser\u00e3o posteriormente analisadas em condi\u00e7\u00f5es de laborat\u00f3rio para detec\u00e7\u00e3o e identifica\u00e7\u00e3o dos v\u00edrus presentes. Tais testes diagn\u00f3sticos compreender\u00e3o ensaios biol\u00f3gicos, como tentativas de transmiss\u00e3o mec\u00e2nica do v\u00edrus, por vetores ou por enxertia para plantas hospedeiras (gama de hospedeiros); microscopia eletr\u00f4nica de transmiss\u00e3o para visualiza\u00e7\u00e3o das part\u00edculas virais e avalia\u00e7\u00e3o dos efeitos citop\u00e1ticos; testes sorol\u00f3gicos (PTA-ELISA) para detec\u00e7\u00e3o de prote\u00ednas virais e moleculares (PCR e RT-PCR, hibridiza\u00e7\u00e3o com sondas moleculares) para detec\u00e7\u00e3o de \u00e1cidos nucleicos. Alguns isolados dos v\u00edrus encontrados ser\u00e3o selecionados e sequenciados para consolida\u00e7\u00e3o da identifica\u00e7\u00e3o e para estudo de sua diversidade gen\u00e9tica. Os trabalhos de identifica\u00e7\u00e3o dos v\u00edrus, avalia\u00e7\u00e3o de incid\u00eancia e n\u00edvel de dano, presen\u00e7a de vetores e outras informa\u00e7\u00f5es geradas neste estudo propiciar\u00e3o uma vis\u00e3o atual e completa do quadro epidemiol\u00f3gico do Paran\u00e1, servindo como base para a implementa\u00e7\u00e3o de estrat\u00e9gias adequadas de controle das viroses constatadas, assim como para orienta\u00e7\u00e3o dos produtores para sua utiliza\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p><strong>Coordenadora \u00a0 \u00a0<\/strong><\/p>\n<p><a href=\"https:\/\/agrarias.ufpr.br\/fitotecnia\/renata-faier-calegario-2\/\">Renata Faier Calegario<\/a><\/p>\n<p><strong>Colaboradores<\/strong><\/p>\n<p>Prof. Dr. Jorge Alberto Marques Rezende (ESALQ\/USP)<\/p>\n<p>Prof. Dr. Elliot Watanabe Kitajima (ESALQ\/USP)<\/p>\n<p><a href=\"https:\/\/agrarias.ufpr.br\/fitotecnia\/henrique-da-silva-silveira-duarte\/\">Henrique da Silva Silveira Duarte\u00a0<\/a>(UFPR)<\/p>\n<p>Dr. J\u00falio C\u00e9sar Barbosa (Bayer CropScience Vegetable Seeds)<\/p>\n<p>Gabriel Koch (UFPR)<\/p>\n<p>Evandro Keller (UFPR)<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Resumo As doen\u00e7as causadas por v\u00edrus constituem s\u00e9rios problemas fitossanit\u00e1rios em hortali\u00e7as. Entre as principais viroses que incidem em oler\u00edcolas destacam-se os Potyvirus, transmitidos por v\u00e1rias esp\u00e9cies de af\u00eddeos de maneira n\u00e3o-persistente e que infectam diversas fam\u00edlias bot\u00e2nicas, incluindo muitas hortali\u00e7as; as geminiviroses, causadas por v\u00edrus do g\u00eanero Begomovirus e transmitidas por mosca-branca para tomateiro, [&hellip;]<\/p>\n","protected":false},"author":3,"featured_media":0,"parent":0,"menu_order":0,"comment_status":"closed","ping_status":"closed","template":"","meta":{"footnotes":""},"class_list":["post-1466","page","type-page","status-publish","hentry"],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/agrarias.ufpr.br\/fitotecnia\/wp-json\/wp\/v2\/pages\/1466","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/agrarias.ufpr.br\/fitotecnia\/wp-json\/wp\/v2\/pages"}],"about":[{"href":"https:\/\/agrarias.ufpr.br\/fitotecnia\/wp-json\/wp\/v2\/types\/page"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/agrarias.ufpr.br\/fitotecnia\/wp-json\/wp\/v2\/users\/3"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/agrarias.ufpr.br\/fitotecnia\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=1466"}],"version-history":[{"count":4,"href":"https:\/\/agrarias.ufpr.br\/fitotecnia\/wp-json\/wp\/v2\/pages\/1466\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":2317,"href":"https:\/\/agrarias.ufpr.br\/fitotecnia\/wp-json\/wp\/v2\/pages\/1466\/revisions\/2317"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/agrarias.ufpr.br\/fitotecnia\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=1466"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}